quinta-feira, agosto 17, 2006
quinta-feira, agosto 10, 2006
sexta-feira, agosto 04, 2006
Quem aí nunca foi corrigido no português que atire a primeira pedra. É verdadeiramente uma situação muito constrangedora, principalmente dependendo da maneira como é feita. Melhor mesmo é quando nós fazemos a correção e inflamos o peito de orgulho, como quem diz: "estou craque no assunto"... pois é.
Ontem fui vítima dessa emabaraçosa correção.
Estádio Beira-Rio lotado. Mais de 50 mil torcedores colorados. Semi-final da Taça Libertadores da América. Eu e meu irmão mais novo, o caçula da família, reunidos por uma única esperança: a vitória contra o Libertad. A torcida, de forma inesquecível e emocionante, balançava o rígido frio do sul e esquentava a alma dos gaúchos. "Vamos, Interrrr, Interrr, Interr..."
Lá pelas tantas, na comemoração do 1° gol, naquele alívio estilo halls preto, a reprimenda do meu irmão caçula: "tu tá falando errado! Não é isso que a torcida tá gritando!"
Surpresa, disse para o meu coração parar de pular tão forte para que eu pudesse, por instantes, tentar decifrar o refrão alegre da torcida... mas não encontrava o meu erro... pensei, por segundos: "mas o que estou falando de errado?" - quando disse para o meu querido irmão: "mas estou falando certo: ´Vamos Inter, Inter, vamos Inter, Inter...`" - o refrão era muito simples, não havia como errar. Entretanto, peito estufado, disse-me o caçula, com toda a sua genialidade: "é vamô Inter, Inter, vamô Inter, Inter... não tem esse ´s´ no final do vamos não!"
Bem, no próximo jogo vou tentar falar certo o refrão...
quarta-feira, julho 26, 2006
Andanças e suas histórias
Essa semana, quando estava aguardando pacientemente o ônibus, uma situação peculiar me chamou a atenção. Ao som do Jota Quest - "dias melhores..." - o casal de namorados parecia em conflito (no entanto, apenas eu estava presenciando o fato com trilha sonora). Não que me interesse os problemas afetivos de cada um, mas fui atropelada - literalmente - pela briga do casal.
Tudo começou com a chegada da moça, um tanto furiosa, na parada de ônibus. Logo em seguida, com passo manso, e cara de santo, chegou o rapaz, buscando uma trégua. Como a trilha sonora tocava apenas para mim, as palavras ásperas da moça não produziram som, mas as expressões no rosto eram de quem estava para virar dragão. O rapaz, com as mãos atrás das costas, como quem dizia: "estou desarmado", tentava, suavemente, convencer a moça de qualquer jeito.
O ônibus se aproximou e, segundos antes de parar, uma aliança prateada foi jogada com toda a força ao chão, pela moça. "Xiii", pensei: "o cara aprontou". Enquanto a moça se direcionava para embarcar no ônibus, o rapaz seguia falando manso, tentando reverter, calmamente, aquele quadro de "the end". Eu já comecei a me preocupar com aquela aliança prateada no chão, não que ela pudesse ter algum valor material, mas com certeza pelo valor afetivo que ela correspondia... pensei: "... mas se eles fizerem as pazes, a aliança não estará mais ali quando voltarem..."
O casal embarcou no ônibus, mas ela estava uma fúria, porque ele havia embarcado também. Tudo o que ela mais queria era sumir do mapa... mas ele ia atrás...
Tranquilamente, embarquei após os dois, quando, subitamente, quase fui jogada para fora do ônibus!
A moça se revoltou de tal maneira que gritou para o motorista abrir a porta novamente, pois ia descer... eu me encontrava no pior lugar do ônibus: na porta. O Jota Quest continuava cantando: "... vivemos esperando por dias melhores..."
A porta se abriu e eu fiz um malabarismo, daqueles de última hora, invejado por qualquer circense... a moça desceu voando, cuspindo fogo, e o rapaz pulou atrás... inacreditável, o cara parecia um chiclete, daqueles grudados no cabelo em sessão da tarde no cinema (não adianta nem passar gelo... só cortando o cabelo).
Só sei que a moça desceu do ônibus e salvou o anel prateado! Pobre anel... ali, jogado no chão, sozinho. A discussão continuou ao longo do caminho, e enquanto o ônibus ia se afastando daquela cena peculiar, eu continuei ouvindo o Jota Quest, desejando "dias melhores" para o casal.
sexta-feira, julho 21, 2006
"A essência de toda vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros. Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si. Você pode desenvolver essa atitude correta para com os seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito e sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano."
terça-feira, junho 13, 2006
Dia de estréia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo
Dia de ler um pouco mais as crônicas de Martha Medeiros
separam os que levam a infecção do outro até aos limites da autenticidade, os que têm coragem de se olhar nos olhos e descobrir que o amor de ontem merece mais do que o conforto dos hábitos e o conformismo da complementaridade.” Ela continua: “A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase
vegetal.” Calou fundo em mim esta declaração, porque sempre considerei que a separação de duas pessoas precisa acontecer antes do esfacelamento do amor, antes de se iniciarem as brigas, antes da falta de respeito assumir o comando. É tão difícil a decisão de separar que vamos protelando, protelando, e nesta passagem de tempo se perdem as recordações mais belas e intensas. A mágoa vai ganhando espaço, uma mágoa que nem é pelo outro, mas por
si mesmo, a mágoa de se reconhecer covarde. E então as discussões se intensificam e quando a separação vem, não há mais onde se segurar, o casal não tem mais vontade de se ver, de conversar, quer distância absoluta, e aí se configura o desastre: a sensação de que nada valeu. Esquece-se o que houve de bom entre os dois. Se o que foi bom ainda está fresquinho na
memória afetiva, é mais fácil transformar o casamento numa outra relação de amor, numa relação de afastamento parcial, não total. Se os dois percebem que estão caminhando para o
fim, mas ainda não chegaram no momento crítico — o de se tornarem insuportavelmente amargos — talvez seja uma boa alternativa terminar antes de um confronto agressivo. Ganha-se tempo para reestruturar a vida e ainda se preserva a amizade e o carinho daquele que foi tão importante. Foi, não. Ainda é. “Só nós dois sabemos que não se trata de sucesso ou fracasso. Só nós dois sabemos que o que se sente não se trata — e é em nome deste
intratável que um dia nos fez estremecer que agora nos separamos. Para lá da dilaceração dos dias, dos livros, discos e filmes que nos coloriram a vida, encontramo-nos agora juntos na violência do sofrimento, na ausência um do outro como já não nos lembrávamos de ter estado em presença. É uma forma de amor inviável, que, por isso mesmo, não tem fim.”
quinta-feira, junho 08, 2006
sábado, abril 08, 2006
Ontem, durante a aula sobre improbidade administrativa, o ministrante disse uma coisa interessantíssima. Imaginemos que agora, em todos os setores da Administração Pública, principalmente no Poder Executivo e Legislativo (claro, e porque não também em relação ao Poder Judiciário e ao Ministério Público), os agentes públicos e políticos tivessem que publicar, diariamente, seus compromissos em um blog. Oba! Poderíamos nós, cidadãos, averiguar com quem eles estão "negociando" a "coisa pública", em que hotéis caros andam gastando o nosso dinheiro e mais, que tipo de "amizades" eles andam mantendo...
Não, não há que se pensar que estaríamos invandindo as liberdades individuais desses queridos agentes públicos e políticos, já que eles estão represetando o Estado e o Povo, às nossas custas - nada mais correto do que uma prestação de contas online e direta.
Quantos não se constrangeriam em seguir nessa onda ímproba... e quantos não seriam efetivamente pegos...
Utopias virtuais... infelizmente.
Sim, sim, o blog precisa de atualizações... sim, também precisa de criatividade. O tempo andou encurtando, e o blog foi ficando de lado... ou de ladinho, para ser mais carinhosa.
Falta poesia, falta música e intensidade, certo?
Ahh, e uma boa piada!
Fotos também são bem vindas, mas cá pra nós, ainda não aprendi a inserir fotos no blog... ninguém merece. Se alguém aí quiser me ajudar, opa, seria ótimo.
Amanhã é dia de clássico, e hoje ganhei um presente surpreendente. A camiseta do meu timão. um verdadeiro espetáculo. Sim, um verdadeiro espetáculo a camiseta e o jogo de amanhã.
terça-feira, janeiro 17, 2006
E para entrar esse ano com bons fluídos, nada melhor do que as sábias e velhas palavras do mestre Charles Chaplin.
domingo, dezembro 04, 2005
segunda-feira, outubro 10, 2005
Por Matha Medeiros
quarta-feira, setembro 14, 2005
Poema de Mulher
O tempo anda curto, as matérias nada interessantes... além do que, só se fala em "mensalão", "mensalinho", "contas no exterior", "fraudes", "corrupção"... e no banheiro feminino do clube em que frequento, só se fala dos "homens"... muitas reclamações, lógico... por isso, hoje decidi publicar aqui no blog o Poema de Mulher...
um sutiã meio furado,
um primo meio tarado,
ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou
um fora de querer sumir,
um porre de fazer cair
ou um Lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou
com a sogra morta, estendida,
em ser muito feliz na vida
ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou
em dar fim numa panela,
jogar os filhos pela janela
ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou
para ter a perna depilada,
para aturar uma empregada
ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca acordou
com um desconhecido ao lado,
com o cabelo desgrenhado
ou com o travesseiro babado?
Que mulher nunca comeu
uma caixa de Bis, por ansiedade,
uma alface, no al moço, por vaidade
ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
o pé no sapato para caber,
a barriga para emagrecer
ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou
que não estava ao telefone,
que não pensa em silicone
ou que "dele" não lembra nem o nome?
Pérolas femininas:
"Pior do que nunca achar o homem certo é viver pra sempre com o homem errado"
"Mais vale um cara feio com você do que dois lindos se beijando"
"Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto?"
"Príncipe encantado que nada...
Bom mesmo é lobo-mau!
Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
E ainda te come!"
sábado, agosto 13, 2005
Para quem não sabe, existe uma campanha chamada ONE, iniciada nos Estados Unidos, que visa a erradicação da pobreza e da AIDS. A idéia é ajudar todas as pessoas que vivem com AIDS e que são extremamentes pobres, no entanto a ajuda não parte de uma simples contribuição em dinheiro, mas sim de uma efetiva ajuda de acordo com que cada um tem de bom e útil a oferecer. Acredito que se cada um fizesse a sua parte este mundo seria bem melhor. Talvez não tenhamos condições de ir a Etiópia (por exemplo) e alimentar algumas pessoas, mas certamente podemos ir até a esquina e estender a mão para aquele mendigo com quem cruzamos diariamente. São pequenas atitudes que fazem toda a diferença. Se você gostou da proposta da campanha, dê publicidade a ela.
sexta-feira, julho 08, 2005
Claro que não... vai dizer, quem é que gosta de dormir com alguém que ronca? Minha tia que o diga...
Saiba algumas coisas sobre esse inferno noturno:
"O fenômeno central para o surgimento do ronco consiste na garganta flácida. O tono dos músculos da garganta se reduz, levando progressivamente ao contato das paredes que gera vibração e o ruído característico. O sono, além de provocar relaxamento muscular, altera a coordenação entre as contrações do diafragma e dos músculos da garganta. Normalmente, a inspiração inicia pelos músculos da asa do nariz e propaga-se pela faringe, laringe e parede torácica, até alcançar o diafragma. Suspeita-se que os roncadores sofram uma perda dessa coordenação herdada geneticamente.
Além disso, fatores anatômicos como obesidade, queixo pequeno, mordida estreita, céu da boca (palato) em formato de ogiva, amígdalas e adenóides aumentadas, em suma tudo que estreite a passagem do ar e facilite o contato entre as paredes da garganta propiciará o ronco."
Querendo saber mais, informe-se aqui.
quinta-feira, junho 02, 2005
O texto abaixo trata de uma discussão ocorrida numa aula do Curso de MBA Executivo - Gestão em Serviços da UFPE.
E o mal... existe?
Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
- Deus fez tudo que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- Sim, fez!
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
- Sem dúvida - respondeu o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu:
- Mas é claro que sim.
O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz".
segunda-feira, maio 09, 2005
Cartilha "Politicamente Correto"
Se eu fizesse parte do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, faria uma cartilha com apenas um único artigo:
"Art. 1. É proibido fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que fosse feito a nós mesmos.
Parágrafo único. É proibido fumar cigarro em qualquer canto do país, seja nas ruas ou dentro de casas e edifícios, principalmente em paradas de ônibus em dias de chuva."
É impressionante como os políticos e governantes deste país perdem tempo com coisas pequenas, quando milhares de brasileiros estão tentando sobreviver sem o mínimo existencial e sem uma gota de dignidade. Bem, estou falando da tal Cartilha "Politicamente Correto", lançada pelo Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos essa semana... para saber mais, clique aqui.
sábado, maio 07, 2005
Eh, faz um tempinho que abandonei o blog... algumas traças aqui, uma poeirinha lá... mas falar em traças me fez lembrar de um filme que vi alguns meses atrás... ainda não acredito que o Richard Gere foi o protagonista do filme, de qualquer forma...
O nome do filme, em português, é "A última profecia". O nome parece sugestivo, para quem curte filmes de suspense com uma dose de acontecimentos sobrenaturais. Ocorre que o nome do filme, em inglês, tem a seguinte tradução: "As últimas profecias do Homem-traça". Sim, "homem-traça"... alguém já viu um desses por aí? A única coisa interessante que se abstrai do filme é um diálogo entre o Richard Gere e outro homem, que já havia entrado em contato com o homem-traça, que diz mais ou menos assim: "existem seres diferentes de nós, homens, que não nos perguntam se podem ou não agir sobre nós, pois se pararmos para pensar, nós não pedimos licença para as baratas para seguir vivendo, simplesmente passamos por cima delas quando não a vemos". Ou seja, para quem gosta de filosofar sobre o mundo espiritual, ou até mesmo sobre os extraterrestres, é coerente supor que existem outros seres, que vivem de acordo com os seus mundos e suas realidades, bem diferentes da nossa, que são superiores à raça humana e, portanto, não nos perguntam o que podem ou não fazer, ainda que suas ações nos interfiram de alguma forma.
Temos que revisar nossas atitudes em relação às baratas... heheh
Ah, e para quem curti posar nú por aí, dá uma espiada nas 2 mil nádegas que viraram atração na Bélgica.
quinta-feira, março 24, 2005
Três advogados e três contadores estavam viajando de trem para uma conferência.
Na estação, os três advogados compraram um bilhete cadaum, mas viram que os três contadores compraram um só bilhete.
Como é que ostrês vão viajar só com um bilhete? - perguntou um dos advogados.
Espere e verá - respondeu um dos contabilistas.
Então, todos embarcaram. Os advogados foram para suas poltronas, mas os três contadores se trancaram juntos no banheiro.
Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes. Ele bateu na porta do banheiro e disse: O bilhete, por favor.
A porta abriu só uma frestinha e apenas uma mão entregou o bilhete. O fiscal pegou e foi embora.
Os advogados viram e acharam a idéia genial. Então, depois da conferência, os adovogados resolveram imitar os contadores na viagem de volta e, assim, economizar um dinheirinho (reconhecendo ainteligência superior dos contadores). Quando chegaram na estação, compraram só um bilhete. Para espanto deles, os contadores não compraram nenhum.
Mas, como é que vocês vão viajar sem passagem? - um advogado perguntouperplexo.
- Espere e verá - respondeu um dos contadores. Todos embarcaram e os advogados se espremeram dentro de um banheiro e oscontadores em outro banheiro ao lado.
O trem partiu. Logo depois, um dos contadores saiu, foi até a porta do banheiro dos advogados, bateu e disse: - A passagem, por favor.

