terça-feira, fevereiro 22, 2005

"Dez coisas que levei anos para aprender"


1. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um
laxante na mesma noite.

2. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a
raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa
palavra seria "reuniões".

3. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

4. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

7. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

8. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser
uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção. Nunca falha.)

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador
solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o
Titanic.

terça-feira, fevereiro 15, 2005

"Eu não sou a Nazaré!"

Imaginem que eu me deparei com essa frase ontem, dentro da secretaria de um clube social, em Porto Alegre. Não, não era no horário da Novela das Oito. Não, também não era exaltada por um personagem da ficção. Uma simples mortal, que se sentiu ofendida por ser barrada na porta de entrada do clube, gritou, bem alto, para as duas funcionárias que lhe atendiam: "Eu não sou a Nazaré!", e depois continuou: "Eu não sou louca!". Era impossível não fazer parte do diálogo dessa senhora com as funcionárias do clube, pois até mesmo o guardador de carros se assustou na calçada, com tal declaração. Na hora, pensei como as novelas influenciam a vida a nossa vida, inclusive em situações bizarras como esta, em que a senhora não quis se equiparar a um personagem da ficção. Até fiquei em dúvida: será que a Nazaré não existe mesmo??? O bom mesmo é se existissem diversas Marias do Carmo... o mundo seria bem melhor, não? Aí, já fiquei imaginando que não seria nada mal ter um mordomo dentro de casa, tipo o "Alfred", que se pode recitar Shakespeare, falar de Paris e de quadros famosos... e, melhor ainda, se não fosse demais, dar uma puladinha para a Novela das Seis e ter um português para me atender, full time, também como mordomo, claro.
Maldita televisão!